Em Santa Comba de Rossas, concelho de Bragança, ainda podemos encontrar usos e costumes ancestrais, beleza, hospitalidade e segurança, mas também há o GLAMPING HILLS que vos vai proporcionar uma experiência em plena comunhão com a natureza, como o próprio conceito o indica, mas inserido no núcleo habitacional da aldeia, mesmo ao lado da igreja, onde a população residente abraçou a ideia com todo o carinho e tornou-se “freguesa” da saudosa “Taberna do Manuel António”, como era conhecido o espaço comercial dos avós dos promotores do GLAMPING HILLS, que além da taberna tinham mercearia e até o posto público dos CTT.
É um lugar quase mítico, que traz à memória dos locais o tempo em que ainda circulava o comboio do Porto até Bragança e através do qual chegavam as mercadorias à aldeia. O espaço, agora renovado, conta essa história também pela decoração: recriado o velho balcão, os armários de apoio e até as antigas malas de latão, todas elas desenhadas e muito coloridas, onde outrora chegavam os linhos, os cobertores e tantos outros adornos do lar que na região não era possível adquirir.
No GLAMPING HILLS existem seis cabanas, uma taberna com serviço de restaurante com marcação prévia e uma piscina de apoio para os dias quentes de Verão, para além das malas da latão da avó Lalãna, o gosto pelo bem receber e as flores, que teimosamente crescem por todos os recantos.
Aqui podemos relaxar na esplanada da taberna e observar as quatro serras que nos rodeiam, possibilitando uma harmonia ímpar com a natureza.
Para quem quiser há diversas árvores de fruto, totalmente biológicas, que podemos colher livremente sempre que houver vontade, e no Outono apanhar castanhas é uma possibilidade, claro está que de seguida a própria lareira da taberna do GLAMPING HILLS convida ao magusto sempre acompanhado de um bom vinho tinto da região.
Desde a sua génese que o GLAMPING HILLS se associou ao conceito de “Land’Art”, exibindo no espaço obras de arte do artista plástico Miguel Moreira e Silva. Inicialmente, o espaço foi decorado com MÁSCARAS, elemento identitário deste território. Numa enorme nogueira “nasce” UM NINHO DE GRANDES DIMENSÕES, o qual nos dá uma sensação de conforto, possibilitando a observação de estrelas e desencadeando emoções associadas à paz, tranquilidade, beleza, perfeição e amor. Na terra cresce o COGUMELO, elemento presente na gastronomia transmontana e agora também transformado em arte.
Aqui somos instigados a ter a coragem de parar no tempo, para genuinamente podermos desfrutar de pequenos momentos que são, na verdade, o condimento necessário para uma vida plena e mais feliz.
Simplesmente, coloque na mala a roupa mais confortável e decida se quer ou não trazer o livro favorito.